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junho 4, 2009

Sangue

Noite sombria, a luz da lua
Só de vez em quando conseguia
Irromper por entre as nuvens pesadas

Meu horror cresceu ao ver seus olhos
Arderem numa expressão de crueldade e ódio
Que esfriou meu coração

Não conseguem morrer e, como um dever,
Continuam propagando os males do mundo
Alargando o círculo de imortais

Se morrerem de verdade, tudo cessará
Aquelas crianças não perderão mais o seu sangue
E, assim, será abençoada a mão que
Desfechar o golpe da libertação

Um momento de coragem e tudo estará pronto
Após ter começado não se pode fraquejar…
Um grito horrível, sangrento…
 
E ela retoma sua expressão doce de antes
Eu a beijo, mortalmente
A amo como só um mortal pode amar

No lado de fora, ao vermos o Sol brilhar 
Ao ouvirmos os pássaros cantar  
Parece-nos que a natureza toda se modificou

Mas a tarefa ainda não está terminada!

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