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Pois a morte viaja depressa

maio 24, 2009

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Uma história que não se enquadra muito bem nas possibilidades atuais
Perturbada por sonhos esquisitos e sedes ardentes
Faz, de fato, não me sentir muito à vontade, como habitualmente

Impressões estranhas e variadas me olharam de soslaio
Palavras esquisitas, de diversas línguas, muitas vezes repetidas
Fizeram figa para mim

As sombras da noite começaram a aproximar-se
Nuvens escuras e pesadas cobriam o céu numa atmosfera tempestuosa
E só se via a escuridão

Pude notar o brilho de seus olhos muito vivos
Seus lábios muito vermelhos e seus dentes brancos e aguçados como o marfim
Senti seu punho de aço e dominou-me a sensação de isolamento

Confuso e amedrontado
Chegou aos meus ouvidos um urro selvagem
De repente, vi brilhar uma luz azulada à minha esquerda e adormeci

Um círculo de lobos uivando para a lua
Recuou com um agito de braços
Uma pesada nuvem obscureceu a lua
E as trevas reinaram outra vez

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